quinta-feira, 6 de junho de 2013

Dia do Engenheiro na Argentina!

Felíz día a todos los ingenieros de la Argentina!
Es el Día de la Ingeniería en conmemoración de la fecha de graduación del primer ingeniero argentino en la Universidad de Buenos Aires: Luis Huergo.

LUIS AUGUSTO HUERGO


Nació en Buenos Aires en 1837. Cursó estudios en Estados Unidos y a los 20 años regresó a su país para proseguir sus estudios graduándose de Agrimensor. Cuando se crea la carrera de Ingeniería Civil, en 1866, decide ingresar a la Universidad de Buenos Aires y un 6 de junio de 1870 se convirtió en el primer egresado. Uno de sus primeros trabajos como ingeniero fue la construcción del Camino Blanco a Ensenada y en 1876 fue nombrado por concurso para dirigir las obras del Ricachuelo, transformándolo en un puerto que podía recibir barcos de gran tamaño, que hasta entonces debían fondear a varios kilómetros de la costa.

En el año 1881 presentó el proyecto de construcción del puerto de Buenos Aires. Era un canal de entrada de 200 metros y 7 de profundidad, con diques en forma de peine que se irían construyendo a medida que fueran necesarios. Pero al año siguiente Eduardo Madero presenta otro proyecto alternativo y luego de una serie de controversias el Ministerio del Interior aprobó la idea de Madero y se lleva a cabo la obra. Entonces Huergo renunció a su cargo, ya que Madero reprobó la construcción del canal que había sido realizado en el Riachuelo. El tiempo demostró que el plan de Huergo era el apropiado y todos los desarrollos realizados con posterioridad fueron acordes con su proyecto. Fue diputado y senador y ministro de Obras Públicas de la Provincia de Buenos Aires; profesor y decano de la Facultad de Ciencias Exactas, Físicas y Naturales de la Universidad de Buenos Aires y cofundador y presidente de la Sociedad Científica Argentina. Viajó a Inglaterra para contratar la construcción de 120 puentes que le encargó el Gobierno, construyó el primer dique seco de nuestro país en San Fernando, hizo el proyecto del ramal de ferrocarril entre Buenos Aires y Villa Mercedes en San Luis, participó en el proyecto del Dique San Roque en Córdoba, diseño y construyó junto a otros ingenieros Puerto Belgrano. Además, en el exterior participó del proyector del puerto y las obras de aguas corrientes y cloacas de Asunción del Paraguay.

El ingeniero Luis Huergo murió en Buenos Aires el 4 de noviembre de 1913.

No Brasil temos que esperar mais uns meses para comemorar...

O Dia do Engenheiro no Brasil é comemorado no dia 11 de Dezembro, dia em que a profissão foi primeiramente regulamentada, através do decreto no 23.569, de 11 de dezembro de 1933, sendo fiscalizada pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura (CREA), subordinados ao Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (CONFEA).

Mais tarde, em 1966, o decreto foi revogado pela Lei no 5.194/66 de 24 de dezembro, que hoje representa a legislação vigente da regulamentação da profissão.

A lei estabelece as condições e regras para o exercício da profissão, determinando direitos e deveres aos profissionais. Além de impor condições no sentido de garantir proteção à sociedade, levando os profissionais a desempenharem suas funções com qualidade, responsabilidade e competência.

O CONFEA foi criado na mesma data e através do mesmo decreto, que foi considerado um marco na história da regulamentação profissional e técnica no Brasil.

Na sua concepção atual, o CONFEA fiscaliza também outras profissões como Arquitetura, Geografia, Geologia e Meteorologia.

O curso superior em Engenharia tem duração média de cinco anos e disciplinas básicas da área de Matemática, Química, Física e Cálculo. Além de matérias específicas dependendo da engenharia escolhida.


Referências:
http://www.taringa.net
www.vdibrasil.com.br/site/atualidadesvdi/index.php?id=48996


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terça-feira, 7 de maio de 2013

Conheça um pouco sobre HANKIDO


HISTÓRIA

O Hankido é um estilo relativamente novo de hapkido, desenvolvido recente pelo "Kuksanim" Myung Jae Nam. Myung Jae Nam estudou o hapkido tradicional com Ji Han Jae que formou a base desta nova arte. O hapkido tradicional consiste em algo em torno de 3000 técnicas, mas os discípulos de Myung queriam algo mais, algo que pudesse ser um tema de estudo inesgotável dentro de sua arte marcial. Com isto, Myung Jae Nam, depois do contato com um mestre de aikido japonês, chegando inclusive a ser o representante daquela arte na Coréia, desenvolveu o seu próprio estilo de certa forma baseado no hapkido e no aikido.

Também é sabido que o povo coreano, devido a ocupação japonesa, é muito averso a idéias e pensamentos oriundas do Japão, então, Myung Jae Nam decidiu dar a sua nova arte um nome coreano que melhor correspondesse à a mentalidade coreana.

Myung Jae Nam teve contatos com o japonês Aikikai e escreveu um livro no qual ele explica tando o aikido e quanto o hapkido. O livro também caracteriza um quadro de Morihei Ueshiba (o fundador de aikido).

Durante os anos 70 ele era o representante oficial na Coréia para o Aikikai. Myung Jae Nam começou o desenvolvimento do estilo hankido na década de 1980.

Este novo estilo de hapkido é facilmente reconhecido por seus movimentos elegantes, circulares que o praticante de hankido usa para adquirir o controle do seu oponente. É claro que isto está em parte devido ao fato que o hankido tem suas raízes em parte em aikido, mas também devido ao fato que Myung Jae Nam que era um dançarino talentoso misturando as técnicas com dança coreana tradicional. Esta parte de hankido é chamada: Moo Yae Do Bub (무예도법).

O Hankido foi introduzido primeiro oficialmente durante os Primeiros Jogos de H.K.D Internacionais em Seul, Coréia do Sul. O desenvolvimento de hankido não parou lá, e nos anos que se passaram depois da introdução do hankido este perdeu algumas de suas características mais duras. Myung Jae Nam visitou a Europa e os Estados Unidos para promover a nova arte até a sua morte em 1999.

Durante a terceira edição destes jogos, Myung Jae Nam introduziu uma outra arte, a qual chamou hankumdo.

A IHF (International Hapkido-Hankido-Hankumdo Federation) é o órgão máximo do desta nobre arte e tem sede na Coréia do Sul.



HANKIDO E HAPKIDO


A diferença entre hapkido e hankido é que o hankido é uma arte muito mais interna onde hapkido é uma arte semi-interna. Em hankido os princípios dewon (圓, círculo), yu (流, água, fluidez, não resistência), e hwa (和, harmonia) são muito mais visíveis na aplicação das técnicas. Para facilitar ao praticante de hankido um maior aprofundamento nestes princípios, há três exercícios que podem ser praticados, conhecidos como sam dae wolly (삼대원리). O nome do exercício que representa o principio do círculo é jeon hwan bob (전환법), o do exercício que representa o princípio da fluidez é young nyu bob (역류법) e o que representa o princípio da harmonia se chama shim hwa bob (심화법). Este último também é conhecido como o nome do exercício do remo.

A diferença entre o aikido e o hanpkido é que no hankido as técnicas têm uma finalização, enquanto no aikido, geralmente, se dá a oportunidade ao agressor, depois de receber a técnica, fugir. Fora isso, os praticantes de hankido devem aprender um grande número de chutes.


TECNICAS

Outro aspecto sem igual de hankido é que consiste em doze técnicas de autodefesa básicas (ho shin ki 호신기) que são conectadas a 24 técnicas de respiração: doze para o defensor chamado "técnicas do Céu" (Chun Ki Bub, 천기법, 天氣法) e doze técnicas para o atacante chamado "técnicas da Terra" (Ji Ki Bub, 지기법, 地氣法).
Céu e Terra são opostos entre si e assim se assemelham ao Um (Yin) e Yang chinês.
Há mais técnicas no hankido que estas doze técnicas de círculo, mas estas formam a base estável para todo praticante de hankido. "Seria melhor a treinar cada uma das técnicas mil vezes do que praticar mil técnicas só uma vez".
CURRÍCULO
Estas são as 8 disciplinas (direções) na qual a I.H.F ensina no currículo de hankido.
  1. Ho Shin Do Bup (defesa pessoal)
  2. Moo Ye Do Bup (técnicas circulares e realizadas como uma dança)
  3. Su Jok Do Bob (técnicas de bater)
  4. Kyuk Ki Do Bob (técnicas de combate)
  5. Ki Hap Do Bob (técnicas para o desenvolvimento do KI -energia interna-)
  6. Byung Sool Do Bob (manejo de armas tradicionais coreanas)
  7. Su Chim Do Bob (uso dos pontos de pressão)
  8. Hwan Sang Do Bob (técnicas de visualização e exercícios respiratórios)
As doze técnicas de defesa pessoal básicas nas quais o currículo de hankido é construção, são chamadas:
  1. Kwan Jul Ki Bub - 관절기법
  2. Chi Ki Bub - 치기법
  3. Sib Ja Ki Bub - 십자기법 / 十자기법
  4. Nae Wae Ki Bub - 내외기법 / 內外기법
  5. Kyeo Rang Ki Bub - 겨랑기법
  6. Mok Kama Bub - 목감아법
  7. Mok Keokki Bub - 목꺾기법
  8. Oh Kae Too Bub - 어깨투법
  9. Joong Pal Too Bub - 중팔투법
  10. Hwae Jeon Too Bub - 회전투법
  11. Pal Mok Ki Bub - 팔목기법
  12. Pal Bae Ki Bub - 팔배기법






quarta-feira, 1 de maio de 2013

Novo Star Wars terá John Willians no comando de sua trilha sonora

olá leitores! como estão? ... estou postando para contar que ando atarefada na minha vida profissional e acaba que não tenho tido muito tempo para procurar postagens legais e interessantes sobre os temas abordados aqui.. peço um pouco da compreensão de vocês,  e assim que der, voltarei a postar coisas mais frequentemente... Abraço


enquanto isso...


O diretor do novo filme da série Star Wars, J.J Abrams, declarou que o possível artista a trabalhar na trilha sonora do novo filme é John Williams, famoso por seus grandes trabalhos em trilhas de filmes como “Jurassic Park”, “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” e “Lincoln”, só para citar alguns.

Abrams disse, durante coletiva de imprensa sobre o filme “Star Trek: Além da Escuridão”, que o atual trabalho do colaborador Michael Giacchino é muito bom, mas é provável que Williams volte a trabalhar com a trilha de Star Wars.

Williams já produziu as trilhas sonoras dos outros seis filmes da saga espacial e os fãs da série ainda não têm muita informação a respeito do novo filme. Há rumores, porém, de que alguns atores presentes no elenco original estarão de volta. O que você acha?






http://www.megacurioso.com.br/musica-e-danca/36411-novo-star-wars-tera-john-willians-no-comando-de-sua-trilha-sonora.htm

segunda-feira, 22 de abril de 2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Motor de vento iônico pode impulsionar aviões

Motor de vento iônico pode impulsionar aviões: Além da maior eficiência energética, os motores iônicos têm várias vantagens: eles são silenciosos, não poluem e não geram nenhum calor.

sábado, 6 de abril de 2013

Google Nose!! pesquise cheiros!



http://www.google.com.br/intl/pt-BR/landing/nose/index.html#video

A nova sensação de aromas na pesquisa

Concentre-se em seus sentidos: vá além de digitar, falar e tocar para conhecer uma nova notação de sensações.
Seu sommelier na Internet: imagens, descrições e aromas dos Painéis de conhecimento selecionados por especialistas.
Sinta o cheiro: a Base de aromas do Google - mais de 15 Terabytes de fragrâncias.
Não pergunte, não cheire: para quando você suspeitar de sua consulta - SafeSearch incluído.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Células solares feitas de árvores são recicláveis

Células solares feitas de árvores são recicláveis: Uma das grandes vantagens da célula solar de nanocelulose é que ela é totalmente reciclável.

Célula de fotossíntese artificial captura e armazena energia solar

Célula de fotossíntese artificial captura e armazena energia solar: Além dos semicondutores tradicionais, o novo dispositivo usa vanádio e cério, que armazenam os elétrons como se fossem baterias recarregáveis.

Descoberta partícula subatômica que não se encaixa no Modelo Padrão

Descoberta partícula subatômica que não se encaixa no Modelo Padrão: Usando um colisor localizado na China, cientistas descobriram uma partícula exótica que desafia todas as explicações.

IBM cria transístor líquido inspirado em neurônios

IBM cria transístor líquido inspirado em neurônios: Além de permitir a realização de cálculos, o novo transístor iônico funciona como uma célula de memória não volátil.

Ação fantasmagórica à distância é 10.000 vezes mais rápida que a luz

Ação fantasmagórica à distância é 10.000 vezes mais rápida que a luz: Apesar de um resultado capaz de fritar neurônios, o experimento não se contrapõe nem à teoria da relatividade de Einstein e nem à mecânica quântica.

quinta-feira, 14 de março de 2013

10 tecnologias que podem salvar a economia mundial

10 tecnologias que podem salvar a economia mundial: O Fórum Econômico Mundial anunciou sua lista das 10 principais tendências tecnológicas que prometem decolar e levar junto a quase paralisada economia mundial.

muito interessante, vale a pena ler!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Carro elétrico brasileiro usará bateria de sódio


Com informações da FINEP - 22/02/2013


O desenvolvimento da bateria é 100% brasileiro, enquanto o do carro elétrico é uma parceria entre empresas nacionais e estrangeiras.[Imagem: Itaipu Binacional]

O primeiro carro elétrico inteiramente desenvolvido no Brasil terá um diferencial em relação aos estrangeiros: uma bateria de sódio.

A bateria é totalmente reciclável e composta de matérias abundantes na natureza.

O projeto está sendo concebido pela Itaipu Binacional, com financiamento da Finep - Agência Brasileira da Inovação, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O desenvolvimento da bateria é 100% brasileiro, enquanto o do carro elétrico é uma parceria entre empresas nacionais e estrangeiras, capitaneada pela Itaipu.

Bateria de sódio


A bateria de sódio pesa apenas um terço da bateria de chumbo tradicional.

Segundo os engenheiros, ela é mais adequada ao clima dos trópicos e pode também ser usada em sistemas de armazenamento de energia geradas por fontes renováveis, como energia solar eenergia eólica.

"Optamos por uma matéria-prima que estivesse presente em abundância em todos os lugares. A fonte do sódio nada mais é do que sal de cozinha. As baterias de lítio ou chumbo são muito agressivas à natureza. o veículo elétrico em si não polui o planeta, mas precisamos olhar todo o ciclo," disse o engenheiro Celso Novais, coordenador do projeto.

A japonesa Toyota, por sua vez, anunciou recentemente que preferiu usar o magnésio em vez do sódio, para obter mais carga.

De acordo com Novais, a primeira fase do projeto deve ser finalizada até meados de 2014.


Brasil poderia ter carro elétrico nacional, diz professor

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=carro-eletrico-brasileiro-usara-bateria-sodio&id=010170130222&ebol=sim

Câmera flexível e transparente faz fotos e interpreta gestos

Câmera flexível e transparente faz fotos e interpreta gestos: Imagine uma câmera sem componentes mecânicos, sem qualquer circuito eletrônico, transparente, fina e flexível como uma folha de plástico.


E que, além de capturar imagens, responde em tempo real aos movimentos que você faz à sua frente.

Na verdade não é preciso imaginar, basta ver o protótipo criado por Alexander Koppelhuber e Oliver Bimber, da Universidade Johannes Kepler, na Áustria.

Esse sensor digital absolutamente inusitado poderá não apenas dar origem a uma nova categoria de tecnologias de imageamento como também a novas interfaces que responderão não a toques, mas a gestos.

Orelha artificial impressa em 3D com células vivas

Orelha artificial impressa em 3D com células vivas: O órgão artificial foi fabricado usando géis feitos de células vivas, dispostos no formato adequado usando uma impressora 3D.



Em um feito marcante da área da bioengenharia, pesquisadores usaram impressoras 3D e moldes injetáveis para criar uma orelha artificial similar à orelha natural.

Segundo Alyssa Reiffel e seus colegas da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, "a orelha artificial se parece e se comporta com uma orelha natural".

O órgão artificial foi fabricado usando géis feitos de células vivas, dispostos no formato adequado usando uma impressora 3D.

Ao longo de um período de três meses, as orelhas artificiais cresceram cartilagem para substituir o colágeno usado para moldá-las.

Como serão usadas células dos próprios pacientes, praticamente elimina-se o risco de rejeição do órgão artificial.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

La NASA revela un Mercurio desconocido



Las fotos con el mayor detalle que se haya visto hasta la fecha de Mercurio han sido mostradas a un grupo de científicos en el marco de una reunión en Boston, Estados Unidos, dando pie a nuevas teorías sobre el origen del planeta.

Mercurio es el planeta más cercano al Sol, pero ahora se cree que quizá no siempre haya sido su vecino más próximo. Ciertos elementos químicos que se encuentran en él no podrían haberse formado a temperaturas tan altas, según los científicos.


Las fotografías -tomadas por el Mercury Messenger de la Agencia espacial de EE.UU. (NASA, por sus siglas en inglés)- sugieren que el planeta se formó a mayor distancia del Sol y después se desvió hacia su posición actual.

Las imágenes, que fueron presentadas en la reunión anual del a Asociación Americana para el Avance de la Ciencia, no muestran sin embargo el planeta tal como nuestros ojos lo verían, sino que presentan una versión exagerada con la intención de poner en evidencia la diferente composición de sus rocas.
Diferencias


La NASA tomó las fotografías con más detalles que se tengan de Mercurio hasta la fecha.

"La cámara del Messenger tienen filtros que van desde el azul hasta un color casi infrarrojo del espectro y esto, combinado con el procesamiento en computadoras, nos permite realzar las pequeñas pero reales diferencias de color que hay presentes en la superficie de Mercurio", explicó el doctor David Blewett, del Laboratorio de Física Aplicada de la Universidad John Hopkins.

"Las áreas que se ven naranjas son llanuras volcánicas. Otras que son de un color azul oscuro son más ricas en un mineral opaco que de alguna forma continúa siendo misterioso, todavía no sabemos lo que es", añadió.

"También se pueden apreciar manchas de un color azul claro, que son cráteres formados por impactos de rocas que fueron esparcidas por la superficie del planeta", dijo Blewett.

El experto ofreció tan solo un pequeño anticipo de los datos que serán almacenados en el archivo de la NASA y entre los que se incluyen un mapa monocromo de la totalidad de la superficie del planeta a una resolución de 200 metros por píxel.
Un misión que ha sido un éxito


El doctor David Blewett dio los detalles sobre las imágenes de Mercurio.

Según el corresponsal científico de la BBC, Jonathan Amos, "la misión ha sido un éxito hasta ahora, lo que hará más fácil las peticiones de la NASA para una extensión".

De acuerdo con Amos las observaciones de la misión del Messenger, que comenzó con el lanzamiento del robot en agosto de 2004, han ofrecido muchas sorpresas y desafiado muchas hipótesis.

El Messenger ha desvelado la rica historia volcánica del planeta, ha confirmado la existencia de grandes llanuras de lava y también ha revelado evidencias de una superficie volcánica.

También ha revelado la importantísima existencia de hielo en cráteres que se encuentran a la sombra. "Tiene partes de hielo polar. ¿Quién lo habría pensado?", afirmó Blewett.

Los instrumentos del robot han detectado además acumulaciones relativamente abundantes de sulfuro y potasio, elementos volátiles que no deberían estar presentes en tal escala en un planeta que orbita tan cerca del sol.

Pero la existencia de estos elementos explicaría las partes opacas del planeta, afirma Amos.
Sublimación

Estos componentes podrían estar también detrás de los intrigantes "huecos" que abundan en gran parte de la superficie de Mercurio.

"La superficie del planeta no está hecha de hielo. El calor tan cerca del sol es tremendo. Pero parece que existe un fenómeno de sublimación (el paso del estado sólido directamente al gaseoso) en las rocas sólidas que causa que este tipo de agujeros crezcan", afirma Blewett.

"Podría ser que la combinación de altas temperaturas con lo que se denomina clima espacial severo destruya ciertos minerales en las rocas, causando que se despedacen y que surja una depresión."

El Messenger tiene suficiente combustible como para continuar con su misión hasta 2015.

http://www.bbc.co.uk/mundo/ultimas_noticias/2013/02/130216_ultnot_mercurio_planeta_origen_dc.shtml

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Investir em uma economia verde é a chave para combater o aquecimento global



Especialistas dizem que o mundo precisa de 700 mil milhões de dólares para lutar muito e de uma vez por todas, o aquecimento global.

O aquecimento global é um dos grandes problemas mundiais, o estilo de vida consumista atual está afetando seriamente o meio ambiente e estamos sentindo os efeitos da mudança climática.

O aquecimento global é responsável principalmente por:

- Nível do mar
- Agravamento inundações
- Ondas de calor
- Secas

O que faríamos com 700.000 milhões de dólares?


Um dos principais motivos do aquecimento global é o uso de combustíveis fósseis como fonte de energia. O dinheiro seria usado para promover outras fontes de eletricidade e maior eficiência em setores como manufatura, construção e transporte.

Eles precisam de subsídios de energia limpa, principalmente a promoção da energia eólica, energia solar e hidrelétrica.

Projeções indicam que o mundo vai gastar cinco bilhões de dólares por ano em infra-estrutura, se a economia permanece em níveis semelhantes aos de 2020. 700.000 milhões para combater o aquecimento global gostaria de acrescentar a esta despesa.

No Fórum Econômico Mundial (WEF), a Aliança para uma Ação de Crescimento Verde, indicou que a despesa adicional seria necessário para promover em todo o mundo para a energia renovável.


O que mais é necessário para combater o aquecimento global?


Estamos no século XXI, precisamos atualizar e adaptar o nosso estilo de vida atual para uma sustentável, precisamos estabelecer uma economia verde, que é o maior desafio.

Atualmente, no mundo em que vivemos 7,000 milhões de pessoas, em 2050, a população deverá atingir 9.000 milhões de pessoas, construir uma economia verde é essencial para acomodar 9.000 milhões de pessoas.

Achei muito preciso e claro o que John disse Drzik, diretor-executivo da empresa de consultoria Oliver Wyman Group, por isso vou compartilhar.

“Duas tempestades, ambientais e econômicos, estão em rota de colisão. Se não alocar os recursos necessários para mitigar o risco crescente de eventos climáticos extremos, a prosperidade global das gerações futuras estaria ameaçada ”




Fonte: http://www.dforceblog.com/pt/a-chave-para-combater-o-aquecimento-global-esta-investindo-em-uma-economia-verde/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+umblogverde83+%28Um+Blog+Verde%29

Força, Santa Maria.



“A felicidade é como uma borboleta. Quanto mais você busca, mais será iludido por ela. Mas se você virar a sua atenção para outras coisas, eventualmente, ela virá e sentará sutilmente em seu ombro.”

Após toda esta tragédia no final de semana espero que os momentos alegres vividos por estas vítimas nos ajudem a ter força de superar um trauma desta proporção.

...

Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça.

A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.

Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.

A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.

As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.

Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.

Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.

Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.

Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.

Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.

Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.

Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?

O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.

A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.

Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.

Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.

Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.

As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.

Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.

As palavras perderam o sentido.


Fabrício Carpinejar

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Alcançada temperatura abaixo do zero absoluto






Devido à forma como a temperatura é definida, não há uma transição suave entre as temperaturas absolutas positivas e negativas - tão logo a distribuição de energia é invertida, atinge-se um calor descomunal.[Imagem: LMU/MPG Munich]


Além da escala Kelvin


A escala de temperaturas absolutas - conhecida como escala Kelvin - é um dos conceitos centrais da física.

Por definição, nada pode ser mais frio do que o zero absoluto, estabelecido em 0 Kelvin, ou -273,15 °C.

Contudo, há muito os físicos sabem que, abaixo do zero absoluto, há todo um reino de temperaturas absolutas negativas.

Em 2011, um grupo de físicos teóricos alemães demonstrou que, se não é possível passar suavemente pelo zero absoluto, como acontece na escala Celsius, é possível saltar pelo 0 K e ir diretamente para esse reino ainda inexplorado.


Temperaturas abaixo do zero absoluto podem ser alcançadas


Agora, uma outra equipe alemã fez os experimentos e demonstrou na prática como ir abaixo do zero absoluto.

E a realidade mostrou-se impressionante: abaixo do quase inatingível frio absoluto estão algumas das temperaturas mais quentes já observadas no Universo.

O resultado terá largas implicações em várias áreas científicas, da física básica à cosmologia.

Calor absoluto



Simon Braun e seus colegas da Universidade Ludwig Maximilian de Munique obtiveram a temperatura absoluta negativa movendo átomos em um gás ultrafrio.

Na escala Kelvin normal - das temperaturas absolutas positivas - a temperatura é proporcional à energia cinética média das partículas.

Mas nem todas as partículas têm a mesma energia - há na verdade uma distribuição de energia, sendo os estados de baixa energia mais ocupados do que os estados de alta energia - isto é conhecido como distribuição de Boltzmann.

No caso das temperaturas Kelvin negativas, a distribuição é invertida, e os estados de alta energia são mais ocupados do que os estados de baixa energia.

O resultado é um calor que se aproxima do estado mais quente que se pode obter quanto mais próximo a temperatura absoluta negativa está do zero absoluto.

A inversão drástica dos estados de energia - uma distribuição de Boltzmann invertida - faz com que a temperatura sub-Kelvin não seja mais fria, mas incrivelmente quente.

"Ela é ainda mais quente do que qualquer temperatura positiva - a escala de temperaturas simplesmente não vai ao infinito, ela salta para valores negativos," disse Ulrich Schneider, coordenador da equipe.

Segundo o pesquisador, essa contradição é apenas aparente, e nasce da forma como a temperatura absoluta tem sido definida ao longo da história - o experimento abre a possibilidade de uma nova definição da temperatura, o que pode fazer com que a contradição desapareça.

Motor com eficiência maior que 100%



A matéria em temperaturas negativas absolutas pode ter consequências científicas e tecnológicas sem precedentes.

Com um sistema robusto o suficiente poderá ser possível criar motores a combustão com uma eficiência energética que supere os 100%.

E isso não significa uma violação da lei de conservação de energia - esse motor hipotético poderia não apenas absorver energia do meio quente, executando um trabalho como os motores normais, mas também extrair energia do meio mais frio, executando trabalho adicional.

Sob temperaturas absolutamente positivas, o meio mais frio inevitavelmente se aquece, absorvendo uma parte da energia do meio mais quente, o que impõe um limite à eficiência do motor.

Contudo, se o meio quente tiver uma temperatura absoluta negativa, é possível absorver energia dos dois meios simultaneamente.

O trabalho realizado pelo motor será, portanto, maior do que a energia retirada apenas do meio quente - sua eficiência será superior a 100%.







O experimento pode ser comparado a esferas em uma superfície ondulada. Nas temperaturas positivas (esquerda) a maioria das esferas fica nos vales, em seu estado de energia mínimo, quase imóveis - uma distribuição de Boltzmann normal. Em uma temperatura infinita (centro), as esferas se distribuem uniformemente nos dois estados. Na temperatura absoluta negativa (direita), entretanto, a maioria das esferas vai para os picos, no limite superior de energia potencial (e cinética). Os estados com energia total mais elevada ocorrem mais frequentemente - uma distribuição de Boltzmann invertida. [Imagem: LMU/MPG Munich]



Desafiando a gravidade



O experimento tem também um impacto direto para o campo da cosmologia, mais

especificamente, sobre a energia escura, uma força ainda desconhecida que os cientistas usam para explicar a aceleração da expansão do Universo.

Com base apenas nas forças conhecidas, o Universo deveria estar se contraindo devido à atração gravitacional entre todas as massas que o compõem.

O experimento da temperatura absoluta negativa revelou um fenômeno que desafia a gravidade, agindo no sentido contrário, exatamente como se propõe que a energia escura faça.

O experimento se baseia no fato de que os átomos no gás não se repelem uns aos outros, como nos gases normais.

Na verdade, eles interagem de forma atrativa, ou seja, os átomos exercem uma pressão negativa.

A nuvem de átomos tenderia naturalmente a se contrair, devendo colapsar, exatamente como em um Universo onde apenas a gravidade estivesse atuando.

Isso, contudo, não acontece justamente por causa da temperatura absoluta negativa, extremamente quente - e o gás não colapsa, exatamente como o nosso Universo.

Temperatura absoluta negativa



A inversão dos estados de energia das partículas em um sistema ultrafrio não pode ser realizada em um sistema natural - como a água, por exemplo - porque o material teria que absorver uma quantidade infinita de energia.

Mas a coisa é bem diferente quando se trabalha com um sistema no qual as partículas - ou átomos - tenham um limite superior de energia.

Simon Braun trabalhou com um sistema artificial, composto por cerca de 100 mil átomos em uma câmara de vácuo, o que os torna perfeitamente isolados do ambiente externo.

Os átomos foram resfriados a uma temperatura de alguns bilionésimos de um Kelvin, uma das temperaturas mais frias que se consegue obter em laboratório.

Os átomos no gás ultrafrio foram então capturados por armadilhas ópticas, feitas por feixes de raios laser, e dispostos em uma matriz perfeitamente ordenada.

Cada átomo pode mover-se do seu local na matriz óptica para o local vizinho por tunelamento, mas sem perder algo que é fundamental para o experimento: ao contrário dos sistemas naturais, as partículas da matriz óptica possuem um limite superior de energia.

Assim, a temperatura do sistema não depende apenas da energia cinética, mas da energia total das partículas, o que inclui as energias potencial e de interação, ambas igualmente com um limite superior impostas pelo experimento.

Em condições normais, os átomos tenderiam a escapar da rede óptica, colapsando e aglomerando-se novamente em uma nuvem disforme, sugada para baixo pela gravidade. Mas os cientistas ajustaram a rede óptica para que fosse energeticamente mais favorável aos átomos permanecerem em suas posições ordenadas.

Os cientistas então levaram os átomos até seu nível superior de energia total, materializando uma temperatura absoluta negativa, de alguns bilionésimos -K, em um sistema que se manteve estável.

fonte:
 http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=temperatura-abaixo-zero-absoluto&id=010170130107
Bibliografia:

Negative Absolute Temperature for Motional Degrees of Freedom
S. Braun, J. P. Ronzheimer, M. Schreiber, S. S. Hodgman, T. Rom, I. Bloch, U. Schneider
Science
Vol.: 339 - 52-55
DOI: 10.1126/science.1227831

Negative Temperatures?
Lincoln D. Carr
Science
Vol.: 339 - 42-43
DOI: 10.1126/science.1232558

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Bioluminiscencia: ¿por qué la naturaleza produce luz?



Cuando apenas se ve el suelo del bosque en medio de la oscuridad de la noche, una luz intensa de neón verde cobra vida propia, iluminando lo que encuentra a su paso.

La fuente de esta misteriosa luz es un hongo bioluminiscente, conocido sólo por el nombre que le dieron los habitantes de los alrededores: "fuego chimpancé".



Esta extraña especie fue filmada en el triángulo Goualougo, cerca del río Dzanga en la República del Congo.

La existencia del hongo era tan poco conocida, que incluso los científicos especializados nunca lo habían visto.

La cineasta Verity White capturó el fenómeno en cámara para un episodio sobre Congo, de la serie África de BBC/Discovery.
White supo de su paradero casi por accidente, cuando le preguntó a los guías locales si habían escuchado hablar del hongo brillante.
"Ante la remota posibilidad de verlo, me llevé una cámara de time-lapse", le contó White a la BBC.
"El científico que estaba trabajando conmigo nunca lo había visto, así que le pedí a un grupo de cazadores locales "Bayaka" que me acompañara. Recibí una respuesta inmediata:"Por supuesto - están en todas partes".

Proyectando luz

Sorprende lo poco que se conoce sobre el "fuego chimpancé".
Nadie sabe a que género pertenece, mucho menos a qué especie.
Tampoco se sabe por qué crece en el suelo del bosque del triángulo Goualougo, aunque se han propuesto teorías, como la posibilidad de atraer a invertebrados que propaguen las esporas del hongo.
La bioluminiscencia es un proceso que se da en los organismos vivos, en el que la energía que genera una reacción química se manifiesta como luz. La enzima luciferasa cataliza la oxidación de un sustrato de proteína luciferina que emite luz.
La reacción se denomina quimioluminiscencia: una reacción de emisión de luz que no produce calor, lo que hace que sea eficiente en términos de energía.
La bioluminiscencia tiene distintas funciones en los ambientes naturales, entre ellas la defensa, la comunicación, la reproducción y la atracción de presas.
Una amplia variedad de organismos emiten luz, incluyendo bacterias, hongos, insectos, crustáceos, moluscos y peces.
Mientras que en los hábitats marinos el uso de la bioluminiscencia está generalizado, la bioluminiscencia terrestre se limita al reino de los hongos e invertebrados, como las luciérnagas, y algunos escarabajos.

Mecanismo de defensa


Un estudio publicado el año pasado en la revista Naturwissenschaftenpor un equipo de científicos de la Academia de Ciencias de Eslovaquia en Bratislava, Eslovaquia, sugiere que las cucarachas bioluminiscentes hacen uso de la luminiscencia para fines defensivos más avanzados: imitan a una especie de escarabajo tóxico.
Los científicos afirman que sus observaciones "evidencian la capacidad de imitar por medio de la luz, un nuevo tipo de mimetismo defensivo".
El equipo de investigadores descubrió que las especies de cucarachas del género Lucihormetica, emiten exactamente el mismo tono de bioluminiscencia que el géneroPyrophorus de escarabajos clic – altamente tóxico.
El estudio también sugiere que el mayor número de especies bioluminiscentes en los hábitats oceánicos se debe a que los cambios ambientales en condiciones marinas no ocurren con la misma rapidez que los cambios en la tierra.
El uso de emisiones de luz en los rituales de apareamiento de las luciérnagas es muy conocido. Se trata de un proceso en el que las hembras de las especies Photinus proyectan luz para atraer a los machos.
Pero los machos que acuden a su llamado pueden encontrarse con sorpresas desafortunadas.
Las hembras depredadoras de la especie Photuris, imitan la emisión de luz de las hembras Photinus para engañar a los machos de la otra especie y así poder darse un banquete.
Además, les permite apoderarse de sus esteroides, que las protegen de las arañas saltadoras Phidippus.
Pero al intentar comprender este nuevo tipo de comportamiento bioluminiscente, surgió un nuevo interrogante que aún no logran clarificar. ¿Cuál es el rol de las emisiones de luz de las luciérnagas machos?
La pregunta también surge porque en términos de eficiencia energética, si hay fuentes de luz alternativas disponibles, no es necesario que un organismo produzca su propio brillo.
En un estudio publicado el año pasado en la revista Journal of Insect Conservation, un grupo de científicos australianos de las universidades de Queensland y Tasmania, investigaron el impacto de la iluminación artificial de las cuevas en las emisiones bioluminiscentes de las luciérnagas en el norte de Tasmania.
La cueva de Marakoopa acoge a unos 30.000 visitantes al año, atraídos por las proyecciones de luz de los bichos luminosos (larvasArachnocampa).
Estudios anteriores mostraron que la iluminación artificial puede hacer que las larvas Arachnocampa reduzcan sus emisiones de luz, pero mediante la técnica fotográfica time-lapse, finalmente se demostró que la población de insectos de la cueva de Marakoopa no estaba afectada por la luz artificial.
Mar bioluminiscente
Este plancton ilumina una playa en medio de la oscuridad.


Oscuras profundidades

Es lógico que la capacidad para producir luz esté más extendida en los ambientes más oscuros de la Tierra: los océanos.
Durante siglos, la fosforescencia ha sorprendido y deleitado a quienes la presencian. El mar se llena de vida con olas brillantes, proyectando luz a lo largo de las costas.
Los niveles de luz son más reducidos a mayores profundidades oceánicas, lo que provoca que alrededor del 90% de los animales marinos manifiesten su bioluminiscencia de alguna manera.

Tiburones que brillanAlrededor de 50 de las 540 especies de tiburones que hay son capaces de producir luz.

La gama de criaturas marinas que usan la bioluminiscencia para confundir o evadir a los depredadores, encontrar pareja o atraer a sus presas es enorme.
El Doctor Jerome Mallefet trabaja en el Laboratorio de Biología Marina de la Universidad de Louvain-le-Neuve en Bélgica.
Sus áreas de investigación incluyen la luminiscencia de las estrellas de mar y de los tiburones.
"Durante muchos años he desarrollado un método multidisciplinaria para estudiar la luminiscencia y comprender la morfología, ecología y fisiología en torno a por qué tantas estrellas de mar brillan en la oscuridad”, explica.
"Recientemente empezamos a aplicar el mismo criterio con los tiburones porque poco, por no decir nada, se sabía de la luminiscencia de estos peces cartilaginosos, a pesar de que alrededor de 50 de las 540 especies de tiburones que hay son capaces de producir luz".
Mallefet conduce estudios sobre temas como si los organismos luminiscentes son capaces de percibir que producen luz y comprender los efectos de la luminiscencia.
Ha trabajado con Osamu Shimomura, quien fue galardonado con el premio Nobel de Química en 2008 por haber descubierto la proteína verde fluorescente (GFP por sus siglas en inglés), mientras estudiaba el sistema luminoso de las medusas.
La GFP se utiliza ampliamente en la ingeniería genética y en otras investigaciones biomédicas, y contribuye a la vigilancia de contaminantes ambientales.
Mallefet espera que su trabajo nos permita comprender mejor el fenómeno de bioluminiscencia. "Tenemos que continuar con la investigación para descubrir nuevas aplicaciones".
Tras dedicar 30 años al estudio de la ciencia del brillo, concluye: "Ver a un animal que brilla intensamente en la oscuridad es simplemente mágico…después de todos estos años todavía estoy fascinado por el fenómeno".

fonte: http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2013/01/130116_bioluminiscencia_naturaleza_produce_luz.shtml






Ele voltou! Megaupload ressurge como MEGA, ainda mais seguro e com espaço de 50 GB grátis [ATUALIZADO]

Maior, melhor, mais rápido, mais poderoso e mais seguro. É assim que o MEGA, sucessor do Megaupload se apresenta. Exatamente um ano depois de ser preso por pirataria e ter os serviços retirados do ar por ordens judiciais, Kim Dotcom traz o MEGA com a intenção de ser o serviço definitivo de armazenamento nas nuvens.
Como Dotcom já havia anunciado em seu Twitter, o grande diferencial do MEGA é o sistema de criptografia avançada. Esse recurso bloqueia o conteúdo, fazendo com que os dados permaneçam privados. Desta forma, somente o dono dos arquivos consegue abri-los e, se quiser, compartilhar seus diretórios.

O fim do Copyright?


Isso significa também que a empresa de Dotcom não pode saber se os arquivos presentes em cada conta são fotografias pessoais, vídeos ou álbuns de música completos. Além de proteger Kim de novas ameaças judiciais, o sistema também gera uma proteção ao usuário.
Ele voltou! Megaupload ressurge como MEGA, ainda mais seguro e com espaço de 50 GB grátis [ATUALIZADO] (Fonte da imagem: Reprodução/The Register)

Nos termos de uso, o MEGA deixa claro que pode colaborar com a justiça caso seja necessário, mas na prática, tudo o que eles têm acesso e podem entregar em caso de processo judicial são os arquivos criptografados.
Analistas estão apontando o sistema como um possível “destruidor de copyright”, já que a troca de dados pode ser feita de maneira totalmente privada, de forma muito mais segura do que qualquer serviço online disponível atualmente. Teoricamente, ninguém conseguiria impedir alguém de transferir dados, mesmo aqueles com direitos autorais.

Espaço de sobra!


Para atrair usuários e retomar a liderança de mercado, o MEGA começa com pacotes gratuitos de nada menos do que 50 GB. O número impressiona se comparado com outros serviços de armazenamento na nuvem, como o Dropbox e o Google Drive (que contam com 2 GB e 5 GB, respectivamente).
Para quem precisa de ainda mais espaço, o MEGA oferece três tipos de assinaturas: a Pro 1 custa €10 e oferece 500GB de armazenamento, a Pro 2 que tem o custo de €20 por 2TB e a Pro 3, que oferece 4TB por €30 mensais. Os valores também são bastante competitivos.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/megaupload/35515-ele-voltou-megaupload-ressurge-como-mega-ainda-mais-seguro-e-com-espaco-de-50-gb-gratis-atualizado-.htm#ixzz2IeqEXyBH

Russos pretendem construir base espacial robótica na Lua



De acordo com o site RIANOVOSTI, a Roscosmos — Agência Espacial Federal Russa — anunciou que pretende enviar uma sonda espacial à Lua em 2015. Chamada de Lunar-Glob, a nave não tripulada será o primeiro de outros quatro veículos que devem ser enviados ao satélite, tendo como objetivo estabelecer uma base robótica russa na superfície lunar.
Segundo a publicação, a Lunar-Glob será seguida por outras duas sondas espaciais e dois veículos exploradores. A “frota” deverá realizar inúmeras medições e estudos para obtenção de dados, além de coletar amostras de poeira e rochas que, depois, serão enviadas à Terra para análise.
Depois, por volta do ano 2037, os russos esperam construir uma base robótica na Lua equipada com uma estação de energia solar, um satélite em órbita constante e um veículo explorador de longo alcance para a realização de pesquisas. O projeto russo de exploração existe desde os anos 90, mas uma série de problemas técnicos e crises no setor nos últimos anos acabaram por adiar os planos temporariamente.

Fonte:

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/35566-russos-pretendem-construir-base-espacial-robotica-na-lua.htm#ixzz2IenWmKu7

domingo, 20 de janeiro de 2013

Fale em Japonês - Com Sarah Fuidio! Aprenda Japonês!

Fale em Japonês - Com Sarah Fuidio! Aprenda Japonês!
Pessoal, pra quem sempre quis aprender japonês, e está curto de grana ou nao tem tempo para fazer em uma escola de idiomas, aqui vai uma dica. Navegando encontrei esse blog. Estou assistindo as aulas dela e são muito boas.
Pra quem adora assistir animes, começará a entender muitas expressões utilizadas no dia-a-dia!



sábado, 12 de janeiro de 2013

Supercometa poderá brilhar tanto quanto a Lua Cheia


Maior cometa já visto da Terra


Se o final do ano de 2012 foi pleno de tensão para muitos crentes em catástrofes, 2013 promete não acabar sem sua própria dose de expectativas no ar - ou no espaço.

Astrônomos descobriram aquele que poderá se tornar o maior cometa já visto da Terra.

O supercometa, chamado ISON - ou C/2012 S1 - foi descoberto em Setembro por Vitali Nevski (Belarus) e Artyom Novichonok (Rússia).

Ainda é cedo para determinar sua trajetória com exatidão, o que é necessário para calcular seu brilho aparente.

Mas os mais entusiasmados afirmam que o supercometa ISON poderá ser tão brilhante quanto a Lua Cheia, podendo até mesmo ser visível a olho nu.

Sua aproximação máxima do Sol ocorrerá no dia 29 de Novembro de 2013, cálculo feito com uma margem de erro de um dia.

Cometa estreante


Os cometas normalmente "se acendem" - começam a reagir ao calor do Sol e refletir sua luz - quando atingem uma distância de 2,5 au (unidades astronômicas, cerca de 375.000.000 de quilômetros).

O ISON atingirá essa distância em Agosto de 2013, quando começará a ser observado pelos astrônomos com a ajuda de telescópios.

Só então as estimativas sobre o seu brilho real começarão a ser dignas de crédito.

Depois de sua aproximação máxima do Sol - pouco mais de 1.000.000 de km - o supercometa terá sua maior aproximação da Terra - algo em torno de 64.500.000 km - no dia 28 de Dezembro.

Isso se ele não for destruído ou mesmo se vaporizar inteiramente na sua passagem perto do Sol.

Os astrônomos acreditam que o ISON é um cometa estreante, sendo esta sua primeira viagem ao interior do Sistema Solar, provavelmente vindo das profundezas da Nuvem de Oort.

Matéria no buraco negro


Mas o supercometa não será a única atração de fogos de artifícios cósmicos que brindará o término de 2013.

Uma nuvem de gás três vezes maior do que a Terra está se aproximando do buraco negro supermaciço que fica no centro da Via Láctea.

Como o buraco negro, chamado Sagittarius A*, está a meros 25 anos-luz da Terra, esta será uma oportunidade sem precedentes para que os astrônomos observem o que acontece quando a matéria é absorvida por um buraco negro.

Neste caso, porém, o espetáculo não será visto a olho nu porque não deverá emitir radiação na faixa visível ao olho humano - os astrônomos esperam observar tudo no comprimento de onda dos raios X.

fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Reversão do tempo criará tecnologias para o futuro

Reversão do tempo criará tecnologias para o futuro: A ideia é iniciar eventos que caminhem normalmente seguindo a seta do tempo, mas que sejam reproduções invertidas de eventos que aconteceram no passado.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

How to survive the future


Like many people, economist and futurist Robin Hanson says he wants to live for as long as he can, but what would be the best way to do this? First, he says you could do all the things that will reduce your chance of dying now – like wearing seatbelts, avoiding dangerous activity and eating healthy food.

Then there’s finding ways to get past the limitations of our bodies and current medicine, which could mean donating one’s body or brain to cryogenics. If something like whole brain emulation is possible you could take frozen brains of people, and make another version of that old brain.

Immortality is much harder than it seems. It’s not just a matter of finding the ways to potentially live forever, you have to do it in a way that makes it cheap and valuable enough to make it easy for you to stay around. Then there’s artificial intelligence. If the AI revolution comes, we can’t depend on our ability to earn wages for our survival and prosperity. Practically, we should diversify your assets and own things other than your ability to earn wages, like stocks, real estate, patents, etc. And when there’s a world with millions of robots, don’t count on being at the centre of things.

Source:
http://www.bbc.com/future/story/20121219-how-to-survive-the-future

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Petróleo é descoberto no espaço!!



Petróleo espacial




Para quem acreditava que o pré-sal era a fronteira final do petróleo, os astrônomos têm uma surpresa.
Eles descobriram "indicações de vastas reservas de petróleo na Nebulosa Cabeça de Cavalo".

A Nebulosa Cabeça de Cavalo, localizada na Constelação de Órion, fica a 1.300 anos-luz da Terra, o que certamente a torna menos acessível do que os depósitos do pré-sal.

Mas a descoberta pode reavivar o interesse pelas teorias abióticas do petróleo, que afirmam que o valioso óleo pode ser de origem mineral, e não um composto fóssil oriundo da degradação de matéria orgânica.

Jérôme Pety e seus colegas descobriram os hidrocarbonetos interestelares - moléculas de C3H+ - usando o radiotelescópio de 30 metros do Instituto de Radioastronomia Milimétrica (IRAM), na Espanha.


Refinaria cósmica

Devido à forma peculiar e facilmente reconhecível que lhe deu o nome, a Nebulosa Cabeça de Cavalo é um dos objetos celestes mais fotografados pelos astrônomos.

Mas é também um fantástico laboratório de química interestelar, onde o gás de alta densidade, aquecido pela luz de uma estrela supermaciça, continuamente interage e desencadeia reações químicas em muitos níveis.

A molécula C3H+ descoberta pelos astrônomos pertence à família dos hidrocarbonetos, sendo parte das fontes de energia mais utilizadas hoje em nosso planeta, o petróleo e o gás natural.

A descoberta do "petróleo espacial", segundo os pesquisadores, "confirma que esta região é uma ativa refinaria cósmica".

Os astrônomos descobriram o petróleo espacial usando o radiotelescópio de 30 metros do Instituto de Radioastronomia Milimétrica (IRAM), na Espanha. [Imagem: IRAM]

Hidrocarbonetos no espaço

A equipe detectou e identificou 30 moléculas na região da Nebulosa Cabeça de Cavalo, incluindo vários pequenos hidrocarbonetos, as moléculas que compõem o petróleo e o gás natural.

O que mais surpreendeu foi a quantidade do "petróleo espacial".

"A Nebulosa contém 200 vezes mais hidrocarbonos do que a quantidade total de água na Terra," disse Viviana Guzman, membro da equipe.

Além dessas moléculas menores, os astrônomos identificaram a presença do íon propinilidina (C3H+), que foi detectado no espaço pela primeira vez.

Origem do petróleo no espaço

Mas como esse "petróleo do espaço" se forma?

Em seu artigo, Pety e seus colegas propõem que os hidrocarbonetos espaciais resultam da fragmentação de moléculas carbonáceas gigantes, chamadas PAHs (hidrocarbonos policíclicos aromáticos, na sigla em inglês).

Essas moléculas enormes podem ser intemperizadas pela luz ultravioleta, produzindo a grande população de hidrocarbonetos menores que foram encontrados.

Esse mecanismo pode ser particularmente eficiente em regiões como a Nebulosa Cabeça de Cavalo, onde o gás interestelar está diretamente exposto à luz de uma estrela gigante situada nas proximidades.

"Nós observamos o funcionamento de uma refinaria de petróleo natural de dimensões gigantescas," disse Pety.

Pety é responsável pelo projeto Whisper, que foi criado justamente para estudar essa "refinaria cósmica", sob coordenação do Instituto Max Planck de Radioastronomia, na Alemanha.

Bibliografia:

The IRAM-30 m line survey of the Horsehead PDR - First detection of the l-C3H+ hydrocarbon cation
J. Pety, P. Gratier, V. Guzmán, E. Roueff, M. Gerin, J. R. Goicoechea, S. Bardeau, A. Sievers, F. Le Petit, J. Le Bourlot, A. Belloche, D. Talbi

Astronomy & Astrophysics

Vol.: 548, A68

DOI: 10.1051/0004-6361/201220062
fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

sábado, 24 de novembro de 2012

Brasileiros criam músculo artificial mais forte do mundo

Brasileiros criam músculo artificial mais forte do mundo: Ele levanta 100.000 vezes o seu próprio peso e gera 85 vezes mais energia mecânica do que um músculo humano.

fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

Governo brasileiro começa a distribuir tablets para auxiliar na educação em escolas públicas



Não é de hoje que vemos entidades educacionais ao redor do mundo utilizando a tecnologia para auxiliar no aprendizado de alunos. Há algum tempo, foi anunciado que o governo brasileiro disponibilizaria tablets para educadores utilizarem em salas de aula. Agora, essa ação está se tornando realidade.
As primeiras 200 unidades de tablets foram entregues para coordenadores estaduais do Programa Nacional de Tecnologia Educacional, assim como para alguns representantes de universidades federais.
Em breve, mais aparelhos (aproximadamente 5 mil) devem ser distribuídos, chegando aos professores em 2013.

Modelos de tablets disponibilizados aos educadores


Os tablets entregues pelo governo brasileiro possuem tela de 7 polegadas, processador de 1 GHz, resolução de 1024x600, conexão WI-Fi e 16 GB de armazenamento interno. Os aparelhos foram fabricados pela Positivo e Digibras, custando ao MEC R$ 280 cada um. Foi informado que aparelhos do mesmo modelo são vendidos nas lojas por, aproximadamente, R$ 799.

Por enquanto, apenas coordenadores de cursos de formação receberam os tablets, mas a ideia é que os professores de escolas públicas recebam um treinamento para poder usar os gadgets em sala de aula.

Fonte: MEC, Agência Brasil

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/educacao/33069-governo-brasileiro-comeca-a-distribuir-tablets-para-auxiliar-na-educacao-em-escolas-publicas.htm#ixzz2D92Nb7t6

domingo, 18 de novembro de 2012

Radical planes take shape



Engineers and designers are giving commercial aircraft a makeover, in a bid to make them faster, greener and more efficient.



Look up into the skies today at a passing aeroplane and the view is not that much different to the one you would have seen 60 years ago. Then and now, most airliners have two wings, a cigar-shaped fuselage and a trio of vertical and horizontal stabilizers at the tail. If it isn’t broke, the mantra has been, why fix it, particularly when your design needs to travel through the air at several hundred miles an hour packed with people.

But that conservative view could soon change. Rising fuel prices, increasingly stringent pollution limits, as well as a surge in demand for air travel, mean plane designers are going back to their drawing boards. And, now, radical new shapes and engine technologies are beginning to emerge, promising the biggest shake-up in air travel since de Haviland introduced the first commercial jet airliner in 1952.

Of course, it would be wrong to say nothing has changed in the last few decades, says Rich Wahls, an aerodynamicist at Nasa’s Langley Research Center in Hampton, Virginia. “New model airliners don’t come out every year like cars, but it’s not as if they haven’t been evolving under the skin the whole time. There’s so much more technology in there nowadays.”


Earlier improvements went mostly unnoticed because they focused on building better and quieter turbine engines with higher performance and improved fuel consumption. There have also been huge strides in computer controls and fly-by-wire systems, which make a big difference to the pilot, but not to the passengers. And in recent years, the biggest development has been the use of strong, but lightweight plastics and composite materials rather than metals, reducing the weight of planes and the amount of fuel they need to burn. This has also allowed the development of “radical” new planes like the giant Airbus A380 and the Boeing Dreamliner.

But despite these advances, aviation engineers know there is still much to be done. Take fuel prices, for instance, which have soared in recent years. Despite modern planes being 60% to 70% more efficient than those built 60 years ago, aviation fuel expenditures now account for a quarter of an airlines operating expenses, placing them on a par with labor costs. In 2011, large US air carriers paid half again as much for fuel as what they paid in 2000. Add the fact that global airline travel is expected to grow to 3.3 billion annually by 2014 (up one third from 2009), and it’s clear why engineers are searching for new ways to boost performance.



Shock test

One of the biggest efforts to rethink the airplane is being conducted by Nasa’s Subsonic Fixed-Wing program, a collaboration between the US aerospace agency and industrial partners including Boeing, GE, Lockheed Martin, Northrop Grumman and Pratt & Whitney, as well as academic institutions such as Massachusetts Institute of Technology. “We’re looking to see if we can develop technologies that can get us yet another 60 to 70% improvement in fuel efficiency,” says Wahls. In addition, the project wants to engineer new designs with a 71-decibel decrease in noise emissions and a four-fifths fall in nitrogen oxide pollutants from current standards. And, if these kinds of goals weren’t already aggressive enough, the team wants any new technology to enter service between 2030 and 2035 - a mere blink of an eye in an industry in which commercial aircraft can have multi-decade life spans.

“We are trying to determine which technologies are worth pursuing; those that might get us anywhere near our goals,” says Wahls’ boss, Ruben Del Rosario, subsonic fixed-wing program manager.

Planes under investigation by Nasa range from the extreme to the slightly more conventional. For example, Boeing’s Sugar Volt is a design that came about as part of the manufacturers Subsonic Ultra Green Aircraft Research (Sugar) project. The design – like many new concepts - is based around the idea of maximizing the plane’s lift. This reduces the amount of power needed to keep the plane in the air, as well as the amount of fuel it must burn.

Reference: http://www.bbc.com/future/story/20121106-radical-planes-take-shape?selectorSection=technology

Griffin Twenty, música vía Airplay en cualquier altavoz


Griffin ya ha puesto a la venta su última invención para que la música fluya por toda la casa. El nuevo Griffin Twenty, mostrado por primera vez en el pasado CES de Las Vegas – si se descuidan pasa un año desde que lo vimos por primera vez – es un dispositivo amplificador de audio al que podemos conectar directamente un Airport Express.

Este curioso dispositivo se encarga de, sin configuración previa, recoger vía Airplay la música que enviemos desde cualquier dispositivo compatible de Apple, y la reproduce mediante su sistema 2.1 con potencia de salida de 20 W por canal. Al sistema le podemos colocar los altavoces que queramos y cuenta con salida S/PDIF.

El Griffin Twenty se puede ya comprar en la web del fabricante por 100 dólares.

Más información | Griffin.

fonte: www.xataka.com

Biotinta com células imprime tecidos vivos

Biotinta com células imprime tecidos vivos: A tecnologia poderá ajudar a criar componentes biônicos e tecidos vivos para implantes durante procedimentos médicos.

Além do espaço-tempo podem existir "influências escondidas"

Além do espaço-tempo podem existir "influências escondidas"

muito interessante, vale a pena ler!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Atrito negativo surpreende cientistas

Atrito negativo surpreende cientistas: Um nanolápis vai exigir mais força para deslizá-lo sobre uma superfície à medida que a pressão sobre ele diminui.

Empresa anuncia fabricação de combustível a partir de ar e água

Empresa anuncia fabricação de combustível a partir de ar e água: Algumas ressalvas são importantes porque são resultados anunciados por uma empresa, e estarem sendo repassados pela imprensa como se o avanço já fosse um produto pronto.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Abelhas "comem" M&Ms e produzem mel colorido


Na região de Alsácia, na França, as abelhas começaram a produzir mel vermelho, verde ou azul — fato que é muito estranho e preocupou diversas pessoas que trabalham com esse produto. Para resolver o mistério, algumas pesquisas foram realizadas e algo surpreendente foi descoberto: os insetos gostam de M&M’s.
É lógico que elas não estavam comendo o doce, mas as abelhas da região foram atraídas até uma empresa de biogás que trabalha com os resíduos da fábrica dos pequenos chocolates. Por conta disso, elas recolhiam esse material e levavam até a colmeia, o que resulto em um mel colorido.
Apesar de isso ser muito legal (ou espantoso), a substância não é consumível. Para evitar maiores problemas, a empresa já está tomando as medidas necessárias para que os insetos não sejam atraídos até o local novamente.
Fonte: NPR


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/31035-abelhas-comem-m-ms-e-produzem-mel-colorido.htm#ixzz28jX3dgU7

sábado, 6 de outubro de 2012

Reciclagem de cimento e concreto é feita com raios


Emissões concretas


Milhares de caçambas trafegam todos os dias pelas grandes e pequenas cidades do mundo todo, levando para descarte milhões de toneladas de pedaços de concreto retirados de obras e demolições.

O impacto sobre o meio ambiente, e o custo das novas construções, seriam muito menores se fosse possível reciclar esse concreto.

Para se ter uma ideia do impacto das emissões de CO2 geradas pela produção de cimento, basta ver que a produção de uma tonelada de cimento libera de 650 a 700 quilogramas de dióxido de carbono.

Isto significa que de 8 a 15 por cento da emissão anual global de CO2 é devida unicamente à fabricação de concreto.

E, até hoje, não existe uma solução ideal para a reciclagem do concreto descartado.

O que existe hoje é o chamadodowncycling, com a reutilização de uma parte do material em aplicações menos nobres, cuja qualidade deteriora a cada reutilização.

Reciclagem do concreto e cimento


Não satisfeito com a situação, o Dr. Volker Thome, do Instituto de Física das Construções, em Holzkirchen, na Alemanha, foi buscar inspiração em uma técnica explosiva criada por pesquisadores russos nos anos 1940.

Ele queria eliminar o maior problema de todas as tentativas feitas até agora de reciclar o concreto e o cimento: a enorme quantidade de poeira gerada na moagem do material.

Além disso, seu interesse é obter de volta as partículas de brita incorporadas no concreto, e reutilizá-las sem perda de qualidade, para o que a moagem não é uma solução adequada.

Para alcançar esses objetivos, Thome reviveu um método desenvolvido por cientistas russos na década de 1940, mas que depois foi abandonado: a fragmentação eletrodinâmica.

Esta técnica permite que concreto seja dividido em seus componentes individuais - agregado e cimento.

Força dielétrica


O método de "desmontagem" do concreto consiste em uma autêntica tempestade de raios, rompendo o concreto com descargas elétricas.

"Normalmente um raio prefere viajar através do ar ou da água, e não através de sólidos," explica Thomas. Mas, para que o raio exploda o concreto, é necessário garantir que ele atinja e penetre no aglomerado.

Mais de 70 anos atrás, cientistas russos descobriram que a força dielétrica, isto é, a resistência de um fluido ou sólido a um impulso elétrico, não é uma constante física, mas varia com a duração do raio.

"Com uma descarga extremamente curta - menos de 500 nanossegundos - a água atinge imediatamente uma força dielétrica mais alta do que a maioria dos sólidos," explica Thome.

Isto significa que, se o concreto estiver imerso em água e for atingido por uma descarga de 150 nanossegundos, o raio vai correr através do sólido, e não através da água.

Fragmentação eletrodinâmica


Esta é a essência do método.

No concreto, o raio corre ao longo do caminho de menor resistência, a fronteira entre os componentes que o formam, ou seja, entre o cascalho e o cimento.

O primeiro impulso enfraquece mecanicamente o material. Em seguida, forma-se um canal de plasma no concreto que cresce durante alguns milésimos de segundo, produzindo uma onda de pressão de dentro para fora.

"A força dessa onda de pressão é comparável com uma pequena explosão", diz Thome.

O concreto é dilacerado e dividido em seus componentes básicos, estando todos prontos para reúso.

No experimento em escala de laboratório, os pesquisadores já conseguem processar uma tonelada de resíduos de concreto por hora.

"Para trabalhar de forma eficiente, nosso objetivo é atingir um processamento de pelo menos 20 toneladas por hora," diz Thome. Segundo ele, a expectativa é que, dentro de dois anos, o sistema possa estar operando em escala industrial, pronto para lançamento no mercado.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br